
Mas mesmo sua personagem tendo um site, Giselle desmentiu que ela seja inspirada em Bruna Surfistinha.
“Não... Não tem nada a ver. Não chega a tanto. Ela não vai para a rua. Na verdade, a Manuela não trabalha em um ‘prostíbulo’, ela tem um site”, ponderou.
Com o lançamento do filme sobre a vida de Bruna Surfistinha, biografia de Raquel Pacheco, o Brasil ficou dividido.
Muita gente apoiava a exibição desse tipo de história e muitos não toleravam o cinema nacional mostrar como foi a vida de uma garota de programa por opção, que vinha de família rica. Giselle Itié sabe desse peso e até da audácia da Record em abordar este assunto em TV aberta e dentro de um canal, digamos, conservador.
Ela está trabalhando para lutar com o próprio preconceito, com o próprio impasse: “Não tenho preconceito, mas eu fiquei me indagando. Por que uma menina rica escolhe esse caminho? Ah, é difícil julgar as pessoas. Não dá para saber pelo o quê ela passou. Na verdade, essa profissão se ganha muito bem. Em um mês, ela chega a ganhar R$ 40 mil. Mas, ao mesmo tempo, eu acho que é uma violência horrível com a energia, com a alma”.

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